samedi 30 octobre 2010

Qual é a tua, psicólogo? Estou de olho em você!

Psicólogo Wallace Req você fala muito em judeus; você é um anti-semita?
Não, em minha opinião, o anti-semitismo não existe. Essa invenção pós diluviana, isto é, a divisão da humanidade pela descendência dos filhos de Noé, e uma hierarquia que fez dos filhos de Sem, (semitas) privilegiados sobre os demais irmãos, embora seja uma página da Sagrada Escritura, não diz respeito a uma promessa de Deus, mas de uma maldição de Noé aos seus filhos. Toda a narrativa bíblica de perseguição aos judeus, foi sempre culpa dos judeus e de sua infidelidade a Deus, acrescida de suas atitudes raciais e sectárias, e seu isolamento e presunção de superioridade. Podemos chamar de anti-semitismo a perseguição dos egípcios? Fosse eu árabe, e não sou, seria um semita. Fosse eu um ariano, e não sou, seria um indo-europeu, portanto povo miscigenado nesta vasta extensão de terra que existe entre a Índia e a Europa. Quem, portanto, poderia com segurança se declarar filhos dos filhos de Noé? Quem pode provar depois de tantos exílios, sua raça pura e sua condição de semita? Quantas lideranças da história bíblica não se casaram com mulheres estrangeiras? Portanto aos meus olhos a indústria do anti-semitismo foi uma criação para justificar atitudes antipáticas e sectárias aos demais povos da terra. O Semita Jesus Cristo acaba com essa presunção, fazendo de todos os batizados na água e no Espírito Santo, filhos adotivos de Deus, membros e descendentes da herança de Abraão: o monoteísmo a história da salvação.
Amigos não se escandalizem, mas meu filho é filho do ventre de mãe judia. Minha vida cristã se pauta no modelo do judeu Jesus Cristo. A comunidade laboratório de meus valores é a comunidade dos apóstolos de Cristo, todos judeus. Os Mandamentos e valores que pautam minha moralidade são os entregues a Moisés. Então como você vê, eu não posso ser um anti-semita. O anti-semitismo como você vê é uma invenção. Uma invenção do sionismo.
Agora se você me perguntar sobre o SIONISMO, eu te direi que resisto a ele. O sionismo, não é apenas as teses do velho Teodoro, e sua obra “O Estado Judeu”. O Sionismo é uma presunção de eleição e domínio. Uma escolha divina para a divulgação de Deus, que a Nova Aliança ou Novo Testamento, no Filho Único de Deus, o Messias Prometido, derroga por completo propondo o universalismo cristão. Uma presunção de um povo que enxerga os demais povos da terra como gado, e quer, e luta, para a imposição de seu reino infiel, pela propaganda, pelo controle financeiro, pela ideologia, pelo militarismo dissimulado de um mundo e de uma mídia claramente anticristã. A perseguição aos judeus, já disse, mesmo aquelas narradas nas suas próprias escrituras são conseqüência dessa atitude de soberba e infidelidade, a mesma atitude que crucificou o judeu Jesus Cristo e martirizou os judeus Pedro e Paulo e perseguiu e persegue a Igreja de Jesus, pelos séculos a fora.
As perseguições aos judeus são e foram sempre merecidas justamente pela empáfia de se acharem e pregarem, sempre indiretamente, como filhos das trevas, como os senhores do mundo. Ora, o cristianismo é uma corrente do judaísmo, é mais do que isso, é a coroação, com o nascimento do Messias Jesus Cristo de toda a Promessa, de Abraão aos profetas, juízes e reis. É a coroação de um mundo Moral UNIVERSAL.
O SIONIMO apregoa a vinda de outro Messias que desmentirá a Cristo, o ANTICRISTO JUDEU, israelita, “mago da Ciência” e poderoso na liderança de um mundo totalmente submetido ao interesse de Israel. Sim eu resisto e denuncio.
Ser judeu não é crime, é orgulho. Todos os primeiros cristãos, aos milhares eram judeus. Coube a esse povo a revelação de um Deus único, Verdadeiro. Mas suas espinhas duras, não se curvaram a mensagem cristã nascida em seu seio. O Cristianismo é um fenômeno semita. Resistiram a Cristo como eu resisto a eles. Como nego os seus sacrifícios, sua invenção de anti-semitismo para acusar todos aqueles que os denunciam, seu falso holocausto insuflado e deformado pela imprensa, sacrifício programado de sua própria gente arquitetada pelos judeus na Inglaterra, para devolver principalmente aos SIONISTAS Ingleses (fique claro aos judeus sionistas ingleses) o domínio da economia mundial.
Acusam e tomam, pois eles crêem que tudo lhes pertence, afinal são “o povo escolhido”, embora, ao ver a face de DEUS Encarnado, o Judeu Jesus Cristo, o Messias, cuspiram em sua cara universalista, e o crucificaram, para serem na seqüência humilhados na ressurreição que eles negam por todos os meios, e por todos os meios dissimulam, desde que pagaram testemunhas para dizer que o corpo de Cristo foi roubado de sua tumba, conforme registram as Escrituras. Fizeram isso também com os profetas, como as Escrituras registram.
Mas não são só judeus que negam a ressurreição, também a negam, muitos que se dizem cristãos. A retidão moral leva a Verdade, e a Verdade no dizer do Messias, é: Eu sou o Caminho a Verdade e a Vida. O Deus que serve não o Deus que é servido. O Deus que ama não o deus do farisaismo. O Deus que ama todos os seres e todos os povos porque todos saíram de seu querer, e todos por ele são sustentados. Três vezes os homens foram chamados a consciência de sua origem comum e filiação divina: Na criação do Homem, no Dilúvio e no Batismo.
Se você entendeu!
O desejo do outro é o desejo de Deus, portanto a intenção é divina, e a culpa é divina, Isso é a dissimulação do desejo, e a transferência de culpa. Admitir o desejo perfeito de Deus, e assumir a culpa da nossa desobediência, nos resgata e nos iguala nas nossas misérias. Colocam-nos diante do perdão. Negar essa Misericórdia universal, atribuindo a si uma eleição sem culpa, uma predileção que nos justifica mesmo tendo crucificado a Cristo e matado os Profetas, nos faz alienados, quase enlouquecidos pelo poder de dominar.
O judeu é uma semente de cristão. O Sionismo nega essa verdade.
Sim eu resisto ao SIONISMO




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vendredi 29 octobre 2010

O impasse, sem o Deus israelita não há o Deus Cristão.

O Impasse.
O texto que trago para analise do Grupo de Estudos 23 de Outubro, é muito especial, e bastante difícil. Foi encontrado na Internet no Blog: ultimato.com. Um blog de “orientação evangélica”, cujo autor emoldura a peça, ou núcleo principal, que é a seguinte afirmação: “Não foi fácil escapar das aulas nem da influência de Franz Brentano, ex-padre, professor de filosofia na Universidade de Viena, “um homem notável, um crente, um teólogo, um camarada danado de esperto, de fato um gênio”. Freud chegou a vacilar e cogitou a possibilidade de tornar-se crente.” (O que não está dito aqui é que ser JUDEU é ser crente).
Assim sendo, este parágrafo, faz a afirmação de que: a genialidade de Franz Bretano esta vinculada à liberdade e a superação de ser ex. padre, ou seja, a superação de ser sacerdote católico. Nessa afirmativa o autor "evangélico" pressupõe realizar o ideal protestante, superar a Igreja de Cristo em Pedro. Poucos são os membros do Grupo G23 capazes de perceber a instrumentalização israelita do protestantismo. Para isso teríamos que recorrer ao Sínodo Judeu de Jabenes, no ano 100 DC. E o tema ainda é um pouco duro para a nossa compreensão.
Mas o autor do texto abaixo não se dá conta que se lança de cabeça em um impasse. Qual? Sem o Deus israelita, não há o Deus Cristão, não há possibilidade de Encarnação do Verbo, e não haveria, portanto a possibilidade do Verbo encarnado ter fundado uma Igreja.

Agora se nós considerarmos o assunto sob a ótica da “dissimulação e da transferência de culpa”, o autor “evangélico” presta um serviço ao judaísmo, pois justifica a condição de não judeu (ateu) de Freud, e assim, toda a influência nefasta do seu propor, e as conseqüências de seus argumentos na sociedade nada tem com o Judaísmo, livrando a consciência israelita de ter profissionalmente e metodicamente por meio de sua mídia universal imposto ao mundo a ”Genialidade” (Freud Explica) do judeu Sigmund Freud, que agora mui convenientemente é apresentado como ateu pagão e possivelmente culpado, (por evangélicos), justamente por essa negativa de sua filiação racial e religiosa, que o afasta dos filhos de Abraão os escolhidos de Deus. Com isso está dissimulado “o desejo” que é sempre do outro, e realizada a transferência da culpa teológica. Fica assim também dissimulado os objetivos do “Seven Ring”.

Finalmente quero acrescentar, de que o texto abaixo não fará referência de que Oto Rank tenha afirmado que Freud tenha cometido o suicídio medicamente assistido, isso é, solicitando a eutanásia.
Posto o que está dito acima, os membros do Grupo 23 de Outubro têm todas as ferramentas para analisar mais esse serviço dos evangélicos ao judaísmo, e, portanto, veladamente ao Sionismo Moderno. Na base de ambas as correntes teológicas esta flagrantemente o ataque constante e ininterrupto à Igreja.
Leiam o texto abaixo.

Freud: descrente de cabo a rabo

Um ano antes de morrer, Freud, já octogenário, fez mais uma vez sua pública profissão de fé na não-existência de Deus numa carta dirigida ao historiador Charles Singer: “Jamais em minha vida particular ou nos meus escritos eu escondi o fato de que sou descrente de ‘cabo a rabo’”. Ele se referia a si mesmo, aparentemente sem escrúpulos, como um “médico sem deus”, ou um “materialista”, um “ateu”, um “descrente” e um “infiel”. (negando estrategicamente a sua condição de judeu).

Nascido e educado na religião judaica e casado com uma mulher que também era neta de rabino, Freud, quando criança, devia cantar ou recitar os dois únicos salmos iguais do Saltério, que começam com a declaração: “Diz o tolo em seu coração: ‘Deus não existe’” (Sl 14.1; 53.1). Contudo, em seu primeiro ensaio sobre a visão do mundo religioso (Ações obsessivas e práticas religiosas), dá a entender que tolo é aquele que tem necessidade de fé, a pessoa que não avança em seus estudos.

No dia 6 de maio de 1891, o pai de Sigmund Freud, Jacob Freud, lhe deu de presente uma velha Bíblia na qual o filho havia lido quando criança, com a seguinte dedicatória: “Você enxergou neste livro a visão do Todo-Poderoso, você ouviu de boa vontade, você o praticou e tentou voar alto nas asas do Espírito Santo. Desde então, eu preservei a mesma Bíblia. Agora, no seu 35º aniversário, eu tirei o pó dela e a estou enviando a você, como prova de amor do seu velho pai”.

Embora citasse freqüentemente a Bíblia, tanto o Antigo como o Novo Testamento, e tivesse familiaridade com a Palavra de Deus, Freud afirmava que as Escrituras “estão cheias de contradições, revisões e falsificações”.

Além da influência judaica, Freud recebeu influência cristã através da ama-seca “feia, bastante velha”, que lhe falava do Deus Altíssimo e do inferno e o levava à missa em FreiBerg, na Morávia, onde ele nasceu, naquela época com uma população de 4 a 5 mil habitantes, quase todos católicos.

Sob o prisma da psicanálise, Freud dizia que Deus não nos criou à sua imagem, mas fomos nós quem criamos Deus à imagem dos nossos pais. (projeção e dissimulação) Às vezes, ele ia longe demais: “Não tenho temor nenhum do Todo-Poderoso. Se nós viermos a nos encontrar um dia, provavelmente terei mais queixas contra Ele, do que Ele poderia ter de mim”.
A frase mais infeliz de Freud foi pronunciada quando ele era estudante universitário em Viena: “Não pretendo me entregar”. O futuro médico referia-se à sua disposição de resistir a qualquer influência que o levasse a crer em Deus. E ele conseguiu. Mais ou menos na mesma ocasião, Freud fez dois cursos de filosofia; um deles foi sobre a existência de Deus. Não foi fácil escapar das aulas nem da influência de Franz Brentano, ex-padre, professor de filosofia na Universidade de Viena, “um homem notável, um crente, um teólogo, um camarada danado de esperto, de fato um gênio”. Freud chegou a vacilar e cogitou a possibilidade de tornar-se crente. Foi quando fez uma quase-confissão: “É desnecessário dizer que sou um ateu somente por necessidade, e sou honesto o suficiente para confessar que sou incapaz de refutar os argumentos dele [Brentano]; entretanto, não tenho nenhuma intenção de me entregar tão rápida ou completamente”.

Teria o Espírito Santo advertido Freud com as mesmas palavras ditas a Saulo na entrada de Damasco: “Resistir ao aguilhão só lhe trará dor” (At 26.14)?

O fato é que Freud ofereceu forte resistência a todas as oportunidades que lhe surgiram na vida para deixar de ser ateu. (vejam que isso lhe nega a condição de Judeu, embora o judaísmo tenha se servido dele como “modelo da genialidade Israelita). Ele passou de largo por aquilo que Immanuel Kant chama de “placas de sinalização” — o céu estrelado acima e a lei moral dentro de nós, tudo apontando com clareza inconfundível para Deus.

Parece que Freud conhecia o famoso livro A Imitação de Cristo, atribuído ao teólogo alemão Tomás de Kempes, nascido por volta de 1380. Também não provocou mudança alguma o encontro pessoal que ele teve com o filósofo e psicólogo americano William James, um ateu convertido ao cristianismo, em sua única visita aos Estados Unidos, em 1909. A essa altura, James estava com 67 anos e acabara de publicar O Significado da Verdade, e Freud tinha 53 anos. O nova-iorquino William James era especialista em teologia propriamente dita (natureza e existência de Deus) e na imortalidade da alma. O livro favorito de Freud não era outro senão o clássico Paraíso Perdido, o maior poema épico da língua inglesa, leitura obrigatória dos puritanos e dos não-conformistas da Inglaterra por dois séculos, escrito por John Milton em 1667.

A influência cristã mais duradoura, mais didática e mais amável que Freud recebeu na vida foi pela correspondência com o pastor reformado Oskar Pfizer, doutor em filosofia e teologia, residente em Zurique, na Suíça. Por longos 30 anos (de 1909 a 1939), Freud e Pfizer (este 17 anos mais moço que aquele) trocaram cartas entre si.

Um dos poemas prediletos de Freud era Lázaro, do poeta alemão Heinrich Heine, quase 60 anos mais velho do que o médico de Viena. Armand Nicholi, autor de Deus em Questão — C.S. Lewis e Freud debatem Deus, amor, sexo e o sentido da vida (Editora Ultimato, 2005), supõe que a atração de Freud pela história da ressurreição de Lázaro reflita o seu próprio desejo de permanência. ( interessante esse trecho).

Que Freud morreu declarando-se ateu às 3 horas da madrugada do dia 23 de setembro de 1939, ninguém tem dúvida. ( o Grupo G 23 tem dúvida) O mesmo não se pode dizer se interiormente ele tinha absoluta convicção da não-existência de uma Inteligência superior. À semelhança de outros ateus, ele costumava citar o nome de Deus em suas cartas: “Eu passei nos meus exames com a ajuda de Deus”; “Se Deus quiser”; “A ciência parece demandar a existência de Deus”; “Pela graça de Deus” etc.

Além do mais, Freud fez questão de inaugurar a sua clínica particular especializada em neuropatologia na Páscoa de 1886, quando tinha 30 anos, a mesma idade com que Jesus Cristo iniciou o seu ministério (Lc 3.23). Essa escolha seria sinal de respeito por aquele dia de profundo significado religioso ou refletia desafio e desrespeito por Jesus? ( não ele apenas cumpria assim a velha tradição israelita da idade adulta e da competência pública).
Terminado aqui o texto do Blog ultimato.com, podemos dizer que temos todos os elementos para analisar a atitude de “PILATOS” que se construiu aqui. Se Freud tem alguma culpa na demolição dos valores cristãos não se deve ao seu judaísmo, muito menos a sua religião israelita, no texto, clara e sobejamente negada. Compreendem a construção? A dissimulação de seu desejo e a transferência da culpa? Em momento alguns colocamos em discutição as afirmações ou informações do texto que não é de nossa responsabilidade. OBS os comentários entre parêntesis são nossos.
Voltando um pouco, prestem atenção na seguinte afirmação: "é desnecessario dizer que sou ateu apenas por necessidade". Aqui esta a chave deste texto. A construção do socialismo materialista como intrumento do Sionismo Moderno.
wallacereq@gmail.com.





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mercredi 27 octobre 2010

Marxismo e Psicanálise.

Marxismo e psicanálise.
O óbvio não ululante.
Se você recorrer ao dicionário enciclopédico Koogan Houaiss verá no verbete Escola de Frankfurt a seguinte definição: escola filosófica alemã que busca com Horkheimer, Adorno, Hebert Marcuse e depois com Habermas, recriar um marxismo independente do partido a partir da “pesquisa social” e de conceitos oriundos da psicanálise.
Horkheimer Filho de um industrial judeu, Max Horkheimer nasceu em 14 de fevereiro de 1895, em Stuttgart, na Alemanha. Uniu-se a um grupo de judeus tais como: Theodor W. Adorno (1903-1969) Walter Benjamin (1892-1940), Jürgen Habermas (1929), Herbert Marcuse (1898-1979) e Erich Fromm (1900-1980), todos judeus desenvolveram estudos de orientação marxista.
Logo sem qualquer preconceito podemos dizer, sem erros, que a Escola de Frankfurt não era uma escola de filosofia alemã, mas um grupo de estudos judaicos, que se aproveita do prestigio da Universidade de Frankfurt, financiados por grandes capitalistas judeus, com um objetivo claro e definido, produzir um discurso revolucionário. Vejam vocês que no texto da Koogan, o termo “pesquisa social” está entre aspas, demonstrando que a pesquisa social, nunca foi fonte dos estudos da Escola Judia de Frankfurt. Esta é uma verdade óbvia, que o profissionalismo da dissimulação judaica tão bem escondeu.
Bem, igualmente a psicanálise se impunha pelo judeu Sigmund Freud, e o marxismo era o fruto teórico do também judeu alemão Carl Marx. Então podemos ver que a convergência entre o marxismo e a psicanálise não esta na teoria nem no discurso, muito menos na sua lógica, mas no fato de seus membros divulgadores, serem todos judeus.
Ora a condição de ser judeu, antes da criação do Estado de Israel, era e é uma condição estritamente religiosa. A negação da condição israelita elimina do judeu a sua condição e seu status de membro do povo escolhido, e, portanto, o excluí, pelo sectarismo racial e religioso da condição de filho de Abraão.
Esse ponto é de máxima importância. Pois nos mostra que o materialismo de Marx era um discurso, não para os judeus, mas para os goin, especifico para criar uma revolta social e derrubar o sistema reinante. (com que propósito?) Se Marx tivesse verdadeiramente abdicado de seu Deus, ele já não seria chamado o judeu alemão Carl Marx, seria a vergonha de sua família rabínica, seria execrado pela comunidade judaica. E nunca foi, portanto cumpriu satisfatoriamente uma missão de interesse comunitária israelita. Então esse conjunto de pensadores nos indica outro caminho de pesquisa, óbvio, mas, não ululante, para ser seguido por quem busca a verdade dos fatos.
Ate então o judaísmo não se apresentava divido com categorias tais como dos ortodoxos, liberais, etc., divisão que curiosamente também surge na Maçonaria, regular e irregular e na Igreja, progressistas e conservadores ou tradicionalistas. O Grupo de Frankfurt dava como porta estandarte o mote. Ora esses mesmos judeus migrariam para os EUA, e lá pressionariam ao Governo Americano (não só eles) a entrarem na guerra. É também curioso observar, que nas lideranças da Revolução Russa existiam as lideranças judias a serviço dessa causa, e o mais espantoso, é que entre o Alto Comando Nazista, também iremos encontrar lideranças judias.
Afora o vicio na cocaína em Freud e a pedofilia em Lacan, Oscar Cesarotto escreveu interessante artigo na Folha de São Paulo comentando o livro “Teoria Marxista da Subjetividade”. Folha, Letras em 9 de Setembro de 1989. Não me estenderei em replicar o texto de Casarotto que era titulado: “Marxistas revelam convergência com psicanálise”. Ora, é justamente esta convergência que chamamos aqui de o “obvio não ululante”, uma subjetividade existente na condição de ser judeu dissimulada nas suas obras, que muito longe de serem fruto do gênio individual, como querem parecer fazer crer, são fruto de profundo conhecimento teológico de rabinos anônimos, sionistas no sentido moderno, especializados no combate a Moral Cristã. Derrubar essa moral, para eles significa desalienar, mas para nós observadores significa derrubar pelas raízes a sociedade cristã destruindo os fundamentos que a suporta, e substituí-la no caos assim criado pelo governo Mundial Sionista que é negado por qualquer judeu inteligente. Um estado de coisas que devolveria ao israelita o domínio e a predileção de Deus pelos Judeus em detrimento dos demais povos da Terra. O discurso é subjetivo. Porém esbarra numa dificuldade. Veja esse texto tirado daquele livro: As representações para serem socialmente eficientes, devem também ser subjetivamente eficientes. Varias observações de Marx e Engels podem ser consideradas sob esse ângulo. Por exemplo: Por que as religiões sobreviveram para além de suas condições históricas? Por que o cristianismo não desapareceu com o Império Romano (vejam a maldade da pergunta, negando a condição judaica do cristianismo) Por que ele se adaptou a novas condições históricas? Mas permanece a questão: Por que o cristianismo resistiu e não desapareceu? Ora a pergunta deveria ser: Por que o judaísmo não desapareceu? Porque ele se fundamenta em uma verdade histórica e teológica, e o cristianismo, na pessoa do Messias Prometido, que se fundamenta em uma verdade histórica e teológica abre na NOVA e definitiva aliança, o universalismo da história da salvação, derrogando de uma vez por todas a possibilidade de um governo Sionista, sectário e com alcance mundial. As bases subjetivas são as mesmas. O pressuposto o mesmo. O resultado diferente. O cristianismo serve. O judaísmo teima em servir-se e espera ser servido pelo mundo pagão. Todo o seu discurso de transferência de culpa, na teoria de que o desejo é sempre o desejo do outro, e dissimulação faz do judeu um individuo cindido, cuja libido (impulso de vida e procriação) é abortada por princípios de ordem racial e religiosa, a libido do judeu é sectária, assim, ele produz um discurso dissimulante. Como? Veja isso: Freud preferiu desconsiderar o marxismo (dissimulação do desejo). Lacan considerava o marxismo um novo evangelho (dissimulação do desejo). Essa dissimulação esconde um segredo: o encobrimento das razões históricas de um povo na construção da subjetividade e eficiência dominadora apresentando-a como sendo a essência imutável do homem, a chave para negar o serviço cristão ao próximo ridicularizado sempre como se fosse aquele culpado.





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samedi 23 octobre 2010

Caramba estamos fazendo aniversário.

Obrigado leitor por ter vindo comer um bolo. Hoje fazemos aniversário.
Parabéns para você.


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